Representantes do SindsempRN e da Administração Superior do Ministério Público do Rio Grande do Norte realizaram, nesta quinta-feira (11), a primeira reunião para tratar da data-base 2026 dos servidores da instituição.
Durante o encontro, a Procuradoria-Geral de Justiça apresentou o cenário orçamentário atual, destacando duas situações que vêm exigindo esforços financeiros não previstos inicialmente. A primeira delas é o contingenciamento orçamentário promovido pelo Governo do Estado, que impactou o orçamento do MPRN em aproximadamente R$ 8 milhões. A segunda decorre de recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), cuja implementação demandará esforço adicional estimado em cerca de R$ 10 milhões por parte da instituição.
Uma nova reunião será realizada em meados de julho, período em que a Administração Superior informou que terá informações mais concretas sobre a elaboração da proposta orçamentária de 2027. O momento será importante para avaliar as margens orçamentárias disponíveis e a viabilidade de avanços nas negociações.
Para o presidente do SindsempRN, Aldo Clemente de Araújo Filho, a reunião foi importante para proporcionar transparência sobre o cenário atual e para manter aberto o canal de diálogo entre as partes. “Percebemos uma Administração sensível à necessidade de apresentar uma proposta aos servidores que seja responsável, viável e respaldada por critérios técnicos e orçamentários. O sindicato seguirá acompanhando o tema com atenção e defendendo os interesses da categoria de forma firme e responsável”, afirmou.
O SindsempRN registra sua confiança no trabalho técnico desenvolvido pela Procuradoria-Geral de Justiça, especialmente por sua equipe administrativa, e reafirma sua disposição para contribuir com a construção de soluções e políticas institucionais que possibilitem avanços na valorização dos servidores e melhorias em sua qualidade de vida e funcional.
Participaram da reunião o presidente do SindsempRN, Aldo Clemente de Araújo Filho; a vice-presidente do SindsempRN, Clarissa de Queiroz Torres; o chefe de gabinete da PGJ, Leonardo Nagashima; e o diretor-geral da PGJ, Jean Marcel Cunto Lima.
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